O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou nesta segunda-feira que permanecerá à frente do Executivo, depois de ameaçar renunciar devido ao assédio pessoal que afirma sofrer da oposição.
“Decidi continuar”, afirmou Sánchez em uma mensagem ao país no Palácio da Moncloa. O anúncio acaba com o cenário de incerteza que começou na quarta-feira da semana passada, quando Sánchez disse que teria alguns dias para refletir sobre a renúncia, depois de criticar o “assédio” da direita e da extrema-direita contra sua família, após a divulgação da abertura de uma investigação judicial contra sua esposa, Begoña Gómez, por suposta “corrupção”.
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